Bugatti Destrier é hipercarro de pista transformado em carro de luxo com 1.600 cv. Terceiro modelo da série Solitaire, o Bugatti Destrier troca a aerodinâmica do Bolide por design limpo sem abrir mão do motor W16 de 1.600 cv
O que aconteceu
O Bugatti Destrier é a mais recente criação feita sob encomenda pela fabricante francesa, desenvolvida para transformar o hipercarro Bolide em uma “escultura automotiva clássica”.
Feito sob medida como o terceiro projeto do Programme Solitaire, o esportivo abdica das enormes asas e fendas aerodinâmicas focadas no uso em pista para ter design limpo.
A estreia oficial para o público acontece no Pebble Beach Concours d’Elegance, na Califórnia, no próximo fim de semana.
Por que importa
Os números em evidência (20 milhões, 25 milhões) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Auto.
Consequência prática
A decisão de converter um carro nascido para quebrar recordes de tempo de volta em uma peça de concurso de elegância não é inédita na história da Bugatti.
Fizeram o mesmo na década de 1930 com o chassi do Type 57, que serviu de base tanto para modelos vencedores em Le Mans quanto para o cultuado 57SC Atlantic.
O Destrier se junta aos Bugatti F.K.P.
Hommage e Brouillard.
O Bugatti Destrier é a mais recente criação feita sob encomenda pela fabricante francesa, desenvolvida para transformar o hipercarro Bolide em uma “escultura automotiva clássica”. Com base em 20 milhões, o movimento reforça a leitura de que decisões em Auto precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Feito sob medida como o terceiro projeto do Programme Solitaire, o esportivo abdica das enormes asas e fendas aerodinâmicas focadas no uso em pista para ter design limpo. Com base em 20 milhões, o movimento reforça a leitura de que decisões em Auto precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
A estreia oficial para o público acontece no Pebble Beach Concours d’Elegance, na Califórnia, no próximo fim de semana. Com base em 20 milhões, o movimento reforça a leitura de que decisões em Auto precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
A decisão de converter um carro nascido para quebrar recordes de tempo de volta em uma peça de concurso de elegância não é inédita na história da Bugatti. Com base em 20 milhões, o movimento reforça a leitura de que decisões em Auto precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Fizeram o mesmo na década de 1930 com o chassi do Type 57, que serviu de base tanto para modelos vencedores em Le Mans quanto para o cultuado 57SC Atlantic. Com base em 20 milhões, o movimento reforça a leitura de que decisões em Auto precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.