Campanhas de Lula e Caiado divergem sobre regulação da IA. Representantes defendem incentivos fiscais para atrair infraestrutura digital ao país, mas discordam sobre o Marco Legal da Inteligência Artificial
O que aconteceu
Ricardo Bimbo, representante da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e Adriano da Rocha Lima, representante da campanha de Ronaldo Caiado (PSD), debateram sobre pautas relacionadas ao desenvolvimento digital do Brasil, nesta quarta-feira (12/08), na Casa JOTA, em Brasília.
O encontro patrocinado pela Brasscom convidou as cinco campanhas mais bem colocadas nas pesquisas no início de agosto, mas apenas o PT e o PSD aceitaram analisar as propostas de tecnologia da entidade reunidas na Agenda Digital: Propostas para o Ciclo 2027-2030.
Os representantes das candidaturas do PL (Flávio Bolsonaro), Novo (Romeu Zema) e Missão (Renan Santos) não participaram do encontro.
Por que importa
Os números em evidência (7%, 45%, 73%, 84%, 22%) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Geral.
Consequência prática
No evento, as análises tiveram início após o presidente executivo da Brasscom, Affonso Nina, apresentar dados sobre a perda de competitividade digital do Brasil na última década.
Atualmente, o setor de tecnologia responde por mais de 7% do PIB brasileiro e emprega mais de 2 milhões de trabalhadores com carteira assinada.
Apesar da relevância econômica, os investimentos em tecnologia no país avançaram em ritmo muito inferior à média global, entre 2016 e 2025.
Isso levou o Brasil a perder espaço entre os maiores investidores mundiais em TI, posição em que chegou a ocupar o sexto lugar.
Ricardo Bimbo, representante da campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e Adriano da Rocha Lima, representante da campanha de Ronaldo Caiado (PSD), debateram sobre pautas relacionadas ao desenvolvimento digital do Brasil, nesta quarta-feira (12/08), na Casa JOTA, em Brasília. Com base em 7%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
O encontro patrocinado pela Brasscom convidou as cinco campanhas mais bem colocadas nas pesquisas no início de agosto, mas apenas o PT e o PSD aceitaram analisar as propostas de tecnologia da entidade reunidas na Agenda Digital: Propostas para o Ciclo 2027-2030. Com base em 7%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Os representantes das candidaturas do PL (Flávio Bolsonaro), Novo (Romeu Zema) e Missão (Renan Santos) não participaram do encontro. Com base em 7%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
No evento, as análises tiveram início após o presidente executivo da Brasscom, Affonso Nina, apresentar dados sobre a perda de competitividade digital do Brasil na última década. Com base em 7%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Geral precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.