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Como as cidades se tornaram aliadas das flores silvestres

Redação Recifes
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Como as cidades se tornaram aliadas das flores silvestres

Como as cidades se tornaram aliadas das flores silvestres. Antes ligadas aos campos, essas flores prosperam em áreas urbanas, fortalecem a biodiversidade e ajudam polinizadores The post Como as cidades se tornaram aliadas das flores silvestres appeared first on CicloVivo.

O que aconteceu

As flores silvestres costumam ser associadas a prados ondulados, pastagens antigas e a um cenário rural que desaparece rapidamente.

No Reino Unido, 97% dos prados de flores silvestres foram perdidos no último século, principalmente em razão da intensificação da agricultura.

Como explica Nadine Mitschunas, ecologista de polinizadores do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido, “As terras aráveis são intensamente manejadas e tudo o que não é cultivo é removido”.

Por que importa

Os números em evidência (97%) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Mobilidade.

Consequência prática

Paradoxalmente, porém, as condições que tornam as cidades hostis para muitas plantas favorecem justamente essas espécies.

O estresse ambiental reduz a competição e cria oportunidades para que elas se estabeleçam e se espalhem.

“Elas precisam de um ambiente instável, porque em ambientes estáveis, apenas algumas espécies sobrevivem.” Assim, um gramado perfeitamente fertilizado e irrigado pode ser um ambiente mais difícil para flores silvestres do que uma calçada rachada ou uma beira de estrada negligenciada.

A diversidade de ambientes urbanos ajuda a explicar esse fenômeno.

As flores silvestres costumam ser associadas a prados ondulados, pastagens antigas e a um cenário rural que desaparece rapidamente. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

No Reino Unido, 97% dos prados de flores silvestres foram perdidos no último século, principalmente em razão da intensificação da agricultura. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Como explica Nadine Mitschunas, ecologista de polinizadores do Centro de Ecologia e Hidrologia do Reino Unido, “As terras aráveis são intensamente manejadas e tudo o que não é cultivo é removido”. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Paradoxalmente, porém, as condições que tornam as cidades hostis para muitas plantas favorecem justamente essas espécies. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

O estresse ambiental reduz a competição e cria oportunidades para que elas se estabeleçam e se espalhem. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

“Elas precisam de um ambiente instável, porque em ambientes estáveis, apenas algumas espécies sobrevivem.” Assim, um gramado perfeitamente fertilizado e irrigado pode ser um ambiente mais difícil para flores silvestres do que uma calçada rachada ou uma beira de estrada negligenciada. Com base em 97%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Mobilidade precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Artigo originalmente publicado em ciclovivo.com.br
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