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DiCaprio e Bezos investem US$ 200 milhões para salvar espécies

Redação Recifes
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DiCaprio e Bezos investem US$ 200 milhões para salvar espécies

DiCaprio e Bezos investem US$ 200 milhões para salvar espécies. Projeto de conservação terá duração de cinco anos e reunirá recursos para proteger espécies ameaçadas em 30 países The post DiCaprio e Bezos investem US$ 200 milhões para salvar espécies appeared first on CicloVivo.

O que aconteceu

Uma iniciativa de US$ 200 milhões pretende recuperar 100 espécies ameaçadas de extinção em 30 países.

O Phoenix Species Project é liderado pela Re, organização cofundada pelo ator Leonardo DiCaprio e pelo biólogo Wes Sechrest, e pelo Bezos Earth Fund, criado pelo fundador da Amazon, Jeff Bezos.

Do total, US$ 100 milhões serão destinados pelo Bezos Earth Fund e outros US$ 100 milhões serão reunidos pela Re com apoio de DiCaprio, da Age of Union e da Todd Graves Family Foundation.

Por que importa

Os números em evidência (30%, US$ 200, US$ 100, 200 milhões, 100 milhões) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Mobilidade.

Consequência prática

O financiamento será mantido por cinco anos para cada espécie, com o objetivo de substituir pequenas doações de curto prazo por ações contínuas de conservação.

Mais de 100 parceiros locais e internacionais, entre cientistas, organizações ambientais, governos, comunidades locais e povos indígenas, deverão participar das ações.

Entre as estratégias estão programas de reprodução, transferência de animais, combate a doenças, controle de espécies invasoras, recuperação de habitats e reintrodução na natureza.

“Quando protegemos as espécies, também protegemos as florestas, os pântanos, os campos e os oceanos dos quais elas dependem”, disse Leonardo DiCaprio, fundador da Re.

Entre os animais contemplados estão o sifaka-de-coroa-dourada, de Madagascar; a salamandra-verde de Hickory Nut Gorge, dos Estados Unidos; o porco-verrugoso-de-Visayan, das Filipinas; a iguana-terrestre-rosa, das Ilhas Galápagos; o pangolim-da-Malásia; a tartaruga-panqueca, da Tanzânia; e a equidna-de-bico-longo de Attenborough, da Nova Guiné.

Foto: Marian Florinel Condruz | Pexels O projeto também contempla espécies que já desapareceram de seus ambientes naturais e sobrevivem sob cuidados humanos, além de plantas e animais pouco conhecidos.

Entre os exemplos estão o peixe-guitarra-de-boca-de-arco, o pequeno peixe-cachorro Charco Azul, o papagaio-noturno, o corvo-havaiano, o martim-pescador-de-Guam e a suculenta africana Conophytum concavum.

“Este fundo está focado exclusivamente na recuperação das espécies, e não apenas em impedir o declínio”, explicou Barney Long, diretor sênior da Re.

O projeto busca concentrar recursos em casos nos quais as medidas de conservação ainda podem mudar o destino das populações.

“Temos as ferramentas necessárias para evitar a extinção dessas espécies”, afirma o gerente sênior do Projeto de Espécies Phoenix em um comunicado à imprensa.

“Só precisamos mobilizar os recursos.” A iniciativa também pretende colaborar com governos que trabalham para cumprir o Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal e terá a Comissão de Sobrevivência de Espécies da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) como parceira global de conhecimento científico.

Leia também: 1.Como mães da natureza ajudam espécies a sobreviver 2.Dia da Anta: Brasil tem o maior projeto do mundo sobre a espécie Em 2021, Leonardo DiCaprio, o Bezos Earth Fund e outras nove organizações filantrópicas voltadas à conservação lançaram o Desafio Protegendo Nosso Planeta, com a meta de proteger pelo menos 30% das áreas terrestres, de água doce e marinhas mais importantes do planeta.

Artigo originalmente publicado em ciclovivo.com.br
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