Medicamento usado para os rins agora pode tratar o coração. Anvisa aprova finerenona, já usada contra doença renal, para tratar insuficiência cardíaca
O que aconteceu
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, recentemente, o uso da medicação finerenona — indicada no tratamento de doença renal crônica —, para quadros de insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida (quando o coração bombeia um pouco menos sangue do que o normal a cada batimento).
Desde que chegou ao mercado, essa substância se destacou de outras da mesma classe (os antagonistas de mineralocorticoides) por sua alta precisão, evitando alguns efeitos colaterais típicos desses remédios, como aumento das mamas entre homens.
Acontece que, nos últimos anos, ela passou a ser estudada devido a um potencial ainda mais inovador: proteger o coração.
Por que importa
Os números em evidência (16%, 40%) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Corrida.
Consequência prática
Esse benefício foi constatado, especialmente, pelo estudo FINEARTS-HF.
A pesquisa acompanhou pacientes com insuficiência cardíaca por quase quatro anos e mostrou que a medicação diminuiu em 16% o risco de piora ou morte por causas cardiovasculares.
Como funciona a medicação Tipicamente, a finerenona (vendida sob o nome comercial Firialta) é usada para doenças renais moderadas à graves e associadas ao diabetes tipo 2.
Continua após a publicidade De forma resumida, essa medicação bloqueia um receptor chamado “receptor mineralocorticoide”.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, recentemente, o uso da medicação finerenona — indicada no tratamento de doença renal crônica —, para quadros de insuficiência cardíaca com fração de ejeção levemente reduzida (quando o coração bombeia um pouco menos sangue do que o normal a cada batimento). Com base em 16%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Desde que chegou ao mercado, essa substância se destacou de outras da mesma classe (os antagonistas de mineralocorticoides) por sua alta precisão, evitando alguns efeitos colaterais típicos desses remédios, como aumento das mamas entre homens. Com base em 16%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Acontece que, nos últimos anos, ela passou a ser estudada devido a um potencial ainda mais inovador: proteger o coração. Com base em 16%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
Esse benefício foi constatado, especialmente, pelo estudo FINEARTS-HF. Com base em 16%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.
A pesquisa acompanhou pacientes com insuficiência cardíaca por quase quatro anos e mostrou que a medicação diminuiu em 16% o risco de piora ou morte por causas cardiovasculares. Com base em 16%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.