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o que a ciência sabe sobre benefícios e riscos para o coração

Redação Recifes
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o que a ciência sabe sobre benefícios e riscos para o coração

o que a ciência sabe sobre benefícios e riscos para o coração. Diretriz recém-lançada diz quais doses devem entrar na rotina de pessoas com problemas cardiovasculares, como hipertensão, para proteger o órgão

O que aconteceu

Quando se fala em vacinação, é comum pensar primeiro na proteção contra a doença que o imunizante pretende evitar.

Mas a ciência vem mostrando que a picada no braço tem um “efeito colateral” menos óbvio: manter o coração seguro.

Essa relação — que por muito tempo passou batida no consultório — tem se tornado prioridade na cardiologia global.

Por que importa

Os números em evidência (36%, 90%, 20%, 6,7 mi, 32 mi) ajudam a medir o impacto no dia a dia de empresas e leitores de Corrida.

Consequência prática

Não à toa, neste mês, o Colégio Americano de Cardiologia (ACC), uma das principais entidades da área, lançou um documento inédito para orientar cardiologistas a colocar a imunização no mesmo patamar de importância de medidas como o controle da pressão arterial e do colesterol.

A discussão também foi um dos destaques do Congresso Internacional de Cardiologia da Rede D’Or, realizado no Rio de Janeiro, entre os dias 6 e 8 de agosto.

“Hoje, o médico entende que, juntamente à prescrição de atividade física, hábitos alimentares, controle de estresse e medicação, deve prescrever adequadamente a vacinação para os grupos com risco de doenças cardiovasculares“, explica um dos palestrantes, o médico André Casarsa, cardiologista do Hospital Universitário Gaffrée e Guinle (HUGG/UniRio) e da Rede D’or.

Isso acontece porque, em determinadas situações, proteger contra infecções significa também reduzir o risco de que elas desencadeiem uma complicação no coração ou nos vasos sanguíneos.

Quando se fala em vacinação, é comum pensar primeiro na proteção contra a doença que o imunizante pretende evitar. Com base em 36%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Mas a ciência vem mostrando que a picada no braço tem um “efeito colateral” menos óbvio: manter o coração seguro. Com base em 36%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Essa relação — que por muito tempo passou batida no consultório — tem se tornado prioridade na cardiologia global. Com base em 36%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Não à toa, neste mês, o Colégio Americano de Cardiologia (ACC), uma das principais entidades da área, lançou um documento inédito para orientar cardiologistas a colocar a imunização no mesmo patamar de importância de medidas como o controle da pressão arterial e do colesterol. Com base em 36%, o movimento reforça a leitura de que decisões em Corrida precisam ser acompanhadas com atenção aos dados e ao desfecho concreto.

Artigo originalmente publicado em saude.abril.com.br
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